Gato Doméstico (Felis Catus)

19 Feb 2018 02:29
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is?Q1f0zUdaGzs1c_tpx15diujYXIS0sUKcZV9LBnIuq1M&height=214 Os gatos domésticos são animais pertencentes à Família Felidae, e Gênero Felis. Alguns autores os consideram como uma subespécie do gato silvestre, o Felis silvestris, restrito à África, Ásia e Europa. Outros demonstram que ambas são espécies distintas. Assim, os gatos domésticos podem ser atendidos pelos nomes científicos Felis silvestris catus ou, simplesmente, Felis catus. No momento em que não são construídos solitários, em ambiente doméstico, gatos costumam viver em bandos, normalmente compostos por muitas fêmeas e seus filhotes; sempre que os machos vivem solitários, aproximando-se do grupo nos períodos reprodutivos. Com 5 meses de idade, as fêmeas neste momento atingem a maturidade sexual, ao passo que nos machos tal tempo acontece cerca de um ano de idade. No decorrer do acasalamento, emitem um som típico, idêntico ao de uma criancinha chorando.A gestação costuma durar um pouco mais de 2 meses, dando origem a idênticos cinco filhotes que terão probabilidade média de vida de 15 anos. A mãe fornece assistência à sua cria durante abundantes meses, até que conquistem maior liberdade. Tais animais possuem em média 30 centímetros de altura, cinquenta e cinco de comprimento e três quilogramas de massa.São muito flexíveis, dotados de patas almofadadas e unhas retráteis; e o tato, visão e audição são bem apurados. Além do mais, têm duas características comportamentais bem curiosas: o feito de se lamberem e o episódio de que não são muito obedientes se comparados aos cachorros. Adoraria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? ARAGUAIA, Mariana. "Gato doméstico (Felis catus)"; Brasil Universidade.Elba Ramalho - Sesc Parque D.Pedro II20 Convite ao projeto NovelasCharity MilesSônia Cristina argumentou: 10/09/12 ás 00:52Cauda encurvadaEstas espécies forneceram a linha de referência para que as divergências encontradas entre os dados, na família Felidae, fossem estimadas. Os cientistas analisaram o DNA dos cromossomos X e E e das mitocôndrias (partes da célula que geram energia e são transmitidas a partir da linha materna). Eles se concentraram pela seqüência de DNA de 30 genes diferentes, ao todo vinte e dois.789 letras de nucleotídeos pra cada espécie de felino. Aproximadamente a metade destas seqüências é mutável no decorrer das diferentes espécies.É nessas diferenças que os investigadores se baseiam pra designar o parentesco entre os grupos e em que época eles surgiram. Os genes acumulam mudanças no decorrer do tempo. Se não forem danosos, estas alterações persistem. Dessa forma, uma espécie que emerge primeiro tem mais tempo para seus genes sofrerem transformações e apresentar superior alteração em um certo gene. Dessa forma é possível reconhecer com segurança que espécies cujos genes compartilham mudanças iguais estão mais próximas. Como a observação do DNA permitiu que os pesquisadores esclarecessem os nós das ramificações ou “forquilhas” pela árvore da família dos felídeos, eles se concentraram pela observação dos fósseis, para apegar-se quando realmente aconteceram.A idade de dezenas de fósseis de felinos ancestrais foram estabelecidas por paleontólogos usando métodos de datação. Certos fósseis de felinos considerados elos perdidos (ancestrais comuns mais recentes de grupos como o dos grandes felinos, linces ou jaguatiricas) forneceram dezesseis datas para pontos específicos de ramificação pela árvore genealógica dos felídeos.Logo após, programas matemáticos de pc baseados em um relógio molecular acumulativo seguido transformaram as informações genéticos em estimativas do tempo transcorrido após cada nó de divergência. A idéia do relógio molecular pressupõe que muitas alterações evolutivas ocorreram a uma taxa regular. Como por exemplo, mutações conseguem ser incorporadas ao DNA de genes a uma taxa constante no decorrer de milhões de anos. A colaboração mais recente foi o seqüenciamento genético completo de um gato da Abissínia batizado Cinnamon (“Canela”). Wild cats of the world.M. Sunquist e F. Sunquist. Tears of the cheetah and other tales from the genetic frontier. Phylogeography and conservation genetics of tigers (Panthera tigris). S. J. Luo e colegas, em PLoS Biology, vol. Dois, págs. Big cat genomics. S. J. OBrien e W. E. Johnson, em Annual Reviews of Genomic and Human Genetics, vol. 6, págs. The late Miocene radiation of modern Felidae: a genetic assessment.A tendência climática, ao longo de toda a era Cenozóica, foi a de uma temporada mais curta de avanço em grandes latitudes. No início, esta tendência aumentou o semblante mosaico das florestas, dos arbustos e dos campos em todo o mundo. Esse acréscimo da complexidade da vegetação sustentava uma fauna diversa e extenso. Na realidade, a disperção das gramíneas promoveu a disperção da fauna. Respondendo à disperção dos campos, os ungulados (animais com casco nas patas), normalmente grandes, atingiram teu máximo de diversidade no Mioceno Médio, contribuindo significativamente pro número de gêneros de mamíferos conhecidos daquela época. Mas conforme a tendência a extremos sazonais de temperatura e de aridez no Pleistoceno continuou, a diversidade da vegetação entrou em declínio.A flora, por grandes áreas continentais, se alterou de um mosaico de associações entre plantas para uma zonação latutudinal e altitudinal de amplos grupos de comunidades vegetais de baixa diversidade. A mais baixa diversidade de floras e a superior homogeneidade regional atingiram seus máximos depois do avanço da glaciação de Wiscosin. A redução da diversidade vegetal pode ter eliminado alguns herbívoros, de forma especial os grandes, restingindo todas as espécies a áreas limitadas.Aliás, o feito de se cobrir de cheiros fortes poderá ter um propósito idêntico e herdado de outros parentes selvagens. Ao invés de se camuflar para caçar, poderá auxiliar a camuflar canídeos menores de outros predadores. Samantha Harrison estava entre os que indicaram que o modo poderia ser um tipo de camuflagem.

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